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O delegado Pablo Carneiro, da Delegacia de Estelionato, classificou a conduta do advogado Rodrigo Moreira Marinho como marcada por “ganância desproporcional e cegueira” no esquema de fraudes que desviou cerca de R$ 21 milhões do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).Marinho, que à época era conselheiro suplente da Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso (OAB-MT), foi preso durante a Operação Sepulcro Caiado, quando se apresentava como representante da própria OAB. Havia contra ele um mandado de prisão já expedido.Versão do advogadoEm depoimento, Marinho afirmou que apenas emprestou seu token de acesso ao sistema processual eletrônico para o…